domingo, março 09, 2008

bye, bye.

terça-feira, fevereiro 19, 2008

eu até peguei uma cor...

animadíssima, vem aí. novo semestre, nova casa, novos desafios.
saudadona, agora. das brigas, debates, querelas (nossa palavra preferida).
até de discutir Marx, eu sinto falta.
mas tenho receio, medo. as diferenças, mágoas e decepções podem pesar.
seria melhor fazer de conta q não vê/não se importa?
ou chegar pra conversar?

p.s. não estou mais com tanta saudade assim...

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Eu não gosto de vilão sem senso de humor. Não gosto da mocinha indefesa, estática de pânico. Que espera e espera. E quando interfere, atrapalha. Mas detesto a heroína completamente independente, que mata os bandidos sozinha.
Detesto lição de moral dada por personagens sem profundidade. Eu gosto de musical. E de beijo antes do fim. Gosto de colorido. De declaração no fim.
a-d-o-r-o as declarações.
E também dos diálogos, reais ou não.

-Eu te amo!
-Onde?
-O quê?
-Me mostra! Cadê esse amor? Eu não o vejo. Não posso tocar nele. Eu não sinto. Eu te ouço, escuto umas palavras... mas não posso fazer nada com suas palavras vazias.

[closer]

domingo, janeiro 27, 2008

Toada do amor

E o amor sempre nessa toada:
briga perdoa perdoa briga.

Não se deve xingar a vida,
a gente vive, depois esquece.
Só o amor volta para brigar,
para perdoar,
amor cachorro bandido trem.

Mas, se não fosse ele, também
que graça que a vida tinha?

Mariquita, dá cá o pito,
no teu pito está o infinito.

quarta-feira, janeiro 09, 2008

você.

estou tão entusiasmada, pois amanhã conhecerei meu novo lar em Alagoinhas city. Já estou com saudades da galera, da rotina e até dos trabalhos... isso não deve ser normal.

mudando de assunto, olha só o que escrevi:
" Eu quero você. Você e sua autoconfiança. Você e seu jogo de sedução. Eu não quero perfeição, roupa limpa e passada, cabelos arrumados. Eu quero você. De qualquer jeito, sem cama, sem dinheiro. Em qualquer lugar, desde que seja você. "
curto. depois eu desenvolvo. envolvo. me faz lembrar de caetano: "eu como. eu como. eu como. você."

rs

sábado, janeiro 05, 2008

se a pessoa te deixa sem ar,
com saudade, sentindo falta,
te faz rir sem parar,
consegue te ouvir,
estimula seu lado bom,
te ajudar a crescer, te ensina a ser melhor,
consegue te acalmar,
te incentiva,
deixa vc ser criança,
tem alguns sonhos em comum,
é louco junto com você,
é seu parceiro em tudo o q você fizer,
e vc não imagina mais sua vida sem a pessoa...
você achou o amor da sua vida,
mesmo q não seja pra sempre,
aproveite e ame pra valer por toda uma vida.


[desconhecido]

sábado, novembro 10, 2007

jamaaaaisss...

e quando menos se espera. e quanto menos se quer, acontece mais uma vez.
e agora tudo o que escrevo vem da ponta desses dedos tristes. em palavras que não paro de apagar.

"e o meu erro foi crer que estar ao seu lado bastariaaaa...ah, meu deus, era tudo o q eu queria. eu dizia seu nome: ______ , não me abandone jamais"
[herbert vianna]

sábado, outubro 27, 2007

Fernando Anitelli

Tenho certeza daquilo que eu quero agora
Daquilo que mando embora
Daquilo que me demora
Eu acho que tenho certeza
Daquilo que me conforma
Daquilo que quero entender
E não acomodar com o que incomoda.

domingo, outubro 21, 2007

depois de muito, muito tempo mesmo, resolvi postar alguma coisa. e fiquei pensando no que a minha vida teria de interessante para expor aqui. ainda não achei.
hunf.
o que basta, então, é copiar os outros. suas palavras também são minhas:
" preciso de oxigênio, preciso ter amigos,
preciso ter dinheiro, preciso de carinho "

sábado, setembro 08, 2007


quinta-feira, setembro 06, 2007

por Ailin Aleixo

"O que você precisa ter para ser amado?
Durante muito tempo acreditei que o que me fazia amar um homem era a inteligência. Ficava enfeitiçada com citações, elucubrações e teses. Mas não era. De nada adianta um perito em física nuclear, se ele não rir das pequenas besteiras que faz, se não souber aproveitar um sábado quente simplesmente não fazendo nada (e curtindo o ócio), se virar um psicopata quando alguém o fecha no trânsito. Então saquei: bom humor era o que mais me atraía.
Sempre achei delicioso estar com alguém que não vê o mundo como uma grande e monstruosa boca cheia de dentes prestes a mastigá-lo, que vive sem arrastar correntes, faz de tudo uma possível piada. Só que nem tudo é uma piada e, em certas horas, tudo o que quero é alguém que me escute e diga algo que me conforte a alma. E, nesses momentos, o pior que pode acontecer é ser levada na piada - existe uma grande diferença entre alegria de viver e recusa a sair da infância. Pois é, não era bom humor o que me fazia amar alguém: era, antes, sensibilidade.
Telefonemas de bom-dia, atenção a informações aparentemente banais mas que dizem muito a meu respeito, não ficar azedo e arredio por causa das minhas pequenas (ou grandes) oscilações de humor - tudo o que eu podia querer. Quase tudo. Tenho personalidade forte e só sobrevive ao meu lado um homem que grite comigo quando eu passar dos limites do bom senso, demonstre desagrado quando eu exigir demais e oferecer de menos. Preciso ser cuidada, mas tenho que sentir que quem está comigo é um homem de verdade e não um principezinho criado pela avó. Quero ser domada, tomada. Mais uma vez minha certeza caiu por terra: nem inteligência, bom humor ou sensibilidade eram o que me fazia amar alguém. Era - isso, sim - virilidade.
Mal abrir a porta da sala e ser consumida por beijos. Ter a roupa arrancada no caminho da cozinha, ser jogada na mesa de jantar sem tempo pra pensar no que está acontecendo, só sentir e saber o tesão incontido daquele homem por mim. Ser desejada com urgência e paixão é um dos maiores elogios que uma mulher pode receber, mas só ser desejada de nada adianta, pelo menos não depois da décima trepada monumental: quando acaba o suadouro, o que resta? Se pouco importa o saldo, o que interessa mesmo é a movimentação, então estamos feitos. Mas, se existe a possibilidade de ser esmagada pelo vazio de sentido após o orgasmo, de nada vale. Pelo menos se não vier acompanhada de carinho. Taí: pensei, então, que carinho era a pedra fundamental pra despertar meu amor.
Mas logo descobri que não era. Carinho é um sentimento abrangente demais: nos invade desde a visão de um cachorro abandonado até a palavra confortadora para alguém que pouco nos importa mas a quem também não queremos mal. Não bastava, era muito pouco. Daí constatei que o essencial para que eu amasse alguém era notar no outro a vontade de ficar, o desejo de estar comigo. Constatei coisas demais e fiquei paralisada diante do ideal que havia criado: absurdo e fictício.
Hoje sei que toda enumeração é uma estupidez e qualquer tipo de formulário emocional, uma passagem sem escalas pra frustração. Claro que gosto de homens cultos, atenciosos, interessantes, divertidos e viris - seria mentira negar. Mas a verdade é que, para que eu ame alguém, basta que eu ame alguém. Porque, quando se precisa justificar o amor, é porque ele não existe. Simples assim."

quinta-feira, agosto 30, 2007

Tem gente que tem medo de morrer, medo de barata, medo de assalto, medo de um monte de coisas. Eu até tenho muitos medos bobos, mas o meu maior mesmo é de ficar maluca.
Não no sentito de cometer algumas loucuras. Mas como é minha vizinha, que depois dos 60's pirou de vez. Sozinha, ela usa uma almofada pra se distrair.
E as outras referências de insanidade que tenho são todas desse tipo. Entende agora meu medo?!
Eu tenho medo de enlouquecer a ponto de ter um namorado de pano, de ter altos papos com meus bichos de estimação ou até mesmo sozinha [se bem que isso eu já faço, mas não constantemente], de falar o que não se deve sempre, de não responder quando se pergunta, de não ter ninguém.
Mas talvez não seja tão horrível, se você pensar que, estando louca, não teria noção disso.
Então acabo esse texto assim, dando uma "solução" pra mim mesma, pra afastar o meu medo.


dani.

quarta-feira, agosto 29, 2007


"Meu coração é um filme projetado num cinema de quinta categoria. A platéia joga pipoca na tela e vaia a história cheia de clichês."

sábado, agosto 25, 2007

sombra, coca fresca e novela

" quem se diz muito perfeito
na certa encontrou um jeito
insossooooo
pra não ser de carne e osso
carne e osso "

agora que estou de férias, voltarei aqui e voltarei também a assistir novela...

sábado, agosto 11, 2007

coisas que eu gostaria de ter escrito :

1. "O amor para mim é um botão de salva e deleta, totalmente movido por panes no meu sistema, infectado por vírus que são causados por essa soma da magia das pessoas e do cosmos. Eu passo de apaixonada a entediada, e vice-versa, em um toque, ou melhor: em uma frase, uma respirada, um cheiro, uma saliva."

2. "Cansada de gritar. Acho que vou latir"

3. "Eu queria não acordar e lembrar que ainda preciso conquistar você, porque você brinca de ser meu, mas mora do outro lado do mundo."

4. "Amor que é amor não pára, não tem intervalo, atropela..."

5. "Eu sou fresca, nojenta, esquisita, estranha, neurótica, medrosa, filha única, arrogante, individualista, alérgica, velha, preconceituosa, mimada e tenho prolapso da válvula mitral, síndrome do toque e hipoglicemia. Resumindo: eu já tenho idade para ser eu mesma"

[tudo da tati]